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outubro 14, 2006
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A menina da Televisão - Vanessa Oliveira
A moda entrou de moto na sua vida e a chegada à televisão, alguns anos depois, só aconteceu depois uma “chacina” protagonizada por Júlia Pinheiro. Hoje, Vanessa Oliveira, 25 anos, mostra o seu talento na SIC, nos especiais da “Floribella”, onde se sente como peixe na água. Numa das suas folgas, a apresentadora regressou ao refúgio de sempre, Santo André, e o “Notícias de Sines” aproveitou para saber mais sobre a menina que, em pequenina, já “brincava aos telejornais com as amigas”.
Preferiu começar pela sessão fotográfi ca. “Está bom assim? Aqui, ou mais perto do mar? Posso ir molhar os pés se for preciso!”, perguntava, sempre com um sorriso “profi ssional”e um à vontade inequívoco de quem já trata a câmara por “tu”. “Já lá vão oito anos”, recorda, referindo-se à sua entrada no mundo da moda. “E tudo começou por causa de uma mota”, revela a modelo, divertida. “Os meus pais não me queriam dar uma e, na altura, a Ragazza tinha um concurso com esse prémio”. A grande recompensa escapou-lhe por um triz mas o segundo lugar serviu para a agência de modelos “Elite”, onde se mantém até hoje, lhe fazer uma proposta de trabalho no dia seguinte. “Desde essa altura já fiz milhões de anúncios”, lembra Vanessa Oliveira, realçando que a família sempre foi essencial para ajudar a manter os pés no chão e elevar o nível de exigência que fez com que, mesmo com dinheiro para todos os luxos de adolescente, tivesse prosseguido os estudos. Primeiro uma licenciatura em “Relações Públicas e Publicidade”, área onde espera ainda vir a exercer um dia, e depois uma pós-graduação em “Apresentação de Televisão”, meio por acaso, por sugestão de uma amiga. Para falar do dia da entrevista de admissão ao curso, Vanessa Oliveira ensaia, pela primeira vez, um ar menos brincalhão. “A senhora doutora Júlia Pinheiro deixou-me de rastos. É e-xi-gen-tí-ssi-ma. Saí de lá a chorar”, confessa, arriscando uma teoria: “deve ter pensado que era mais uma menina da moda que queria ser apresentadora, fui completamente chacinada mas, graças a Deus, acabou por me dar o benefício da dúvida”. Poucos dias depois de apresentar o trabalho de fi nal de curso, o convite para uma entrevista na TVI surge precisamente pela mão da “professora Júlia”, como carinhosamente acaba por chamar à apresentadora daquele canal. “Entrei em pânico e comecei a chorar”, confi dencia. No quarto canal estreou-se no “Você na TV”, passou para a “Quinta das Celebridades” e saltou para as “Notícias da Quinta”. “Ou seja não tive querer nem dizer”, sintetiza.
“A minha onda é maissorriso na cara”
A cobiça da SIC não tardou e a transferência deu-se mesmo. Vanessa Oliveira passou a dar os bons-dias aos portugueses no “Programa da Manhã”, em parceria com Pedro Mourinho, uma fi gura com quem, diz meio envergonhada, “até tinha medo de falar”. A experiência foi “gratifi cante e educativa” mas “a minha onda é muito mais entretenimento e sorriso na cara” confessa, requisitos que colam na perfeição nos “Especiais da Floribella” nos quais mostra, actualmente, o seu talento, depois do telejornal.“Sinto-me como peixe na água”, responde ao refl ectir sobre o meio televisivo, embora frise que nunca alimentou sonhos quanto ao pequeno écran, apesar das brincadeiras de criança. Na meninice brincava aos telejornais e quis ser “jornalista das guerras” mas hoje assume que era incapaz de ir para um cenário do género. “Tenho um medo de morte, acho que nessa altura nem se tem noção das coisas!”. Com os pés enterrados na areia da praia do Porto das Carretas, em Vila Nova de Santo André, Vanessa Oliveira acaba inevitavelmente por falar no seu “refúgio”. “Santo André é a minha terra, os melhores anos da minha vida foram passados aqui”, e há hábitos “sagrados” que continua a cumprir: estar com os pais e a irmã em casa e passar pela dona “Lena” que ainda a chama por “Vanessinha”.Não será antes uma “Vanessa VIP?”, pergunta-se em jeito de provocação. “Nãããooo, juro!”, afi rma determinada, para logo a seguir deixar escapar timidamente: “A minha irmã é que é que diz que fiquei com alguns tiques... diz que me atraso para tudo!”. E após uma curta pausa, acrescenta: “Ok, talvez chegue um bocadinho atrasada mas, mesmo assim, consigo chegar mais cedo do que os meus amigos!”.
RETRATO
Filme de fi m-de-semana: O Diário da Nossa Paixão
Música do carro: Train, Drops of Jupiter
Refúgio ideal: Santo André
Livros de cabeceira: A Alma do Mundo, Quem Ama Acredita, Memórias de uma Gueixa, Anjos e Demónios
No litoral aconselho: feijoada de búzios (na costa do Norte em Sines)
Notícias de Sines
Publicado por blogfloribella às outubro 14, 2006 12:11 AM
Comentários
Adoro a Floribella sou uma super hiper mega fa da flor, do gato do Frederico, do boasom do Afonso, da brasa do Lourenço,...
Adoro o papel da Delfina e gostava de ser como ela...
E também adoro o papel de todos os outros actores...
a Floribella é uma nuvela muito; divertida, engrassada, defacto é mesmo apropriada principalmente para as crianças mais pequenas, mas mesmo assim chamou a atenção de todos os portugueses, grandes ou pequenosa a Floribella é super hiper mega ri-fixe.
ASSINADO:Mariana
11 anos
MORADA:Campo Vilar Sanche
Publicado por: Mariana às abril 3, 2007 07:56 PM
E TU ÉS UMA GRANDA PUTA SUA VACA DO CARALHO
Publicado por: BiBi às agosto 25, 2007 06:09 PM
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